Vanguarda Abolicionista participa de reunião da Frente Parlamentar Porto Alegre Sem Maus-tratos Aos Animais

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Na noite desta terça-feira, 26 de maio, os diretores da Vanguarda Abolicionista, Marcio de Almeida Bueno e Ellen Augusta Valer de Freitas, se fizeram presentes em reunião da Frente Parlamentar Porto Alegre Sem Maus-tratos Aos Animais, na Câmara de Vereadores. A pauta foi o comércio de animais, e o debte foi conduzido pela presidente da Frente, vereadora Lourdes Sprenger. “A Vanguarda Abolicionista é contra o comércio de animais, incentiva a adoção. Os animais de raça são espécies moldadas geneticamente para agradar consumidores, como se fossem produtos”, disse a bióloga Ellen. A mesa foi composta ainda pelo vereador Idenir Cechin, Conselho Regional de Medicina Veterinária, ONGs Bicho de Rua e Mira-Serra, e um comerciante de cães e gatos de raça.

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Vanguarda Abolicionista participa de reunião da Frente Parlamentar pelo Controle Populacional de Animais

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Presidida pelo deputado Gabriel Souza, a Frente Parlamentar pelo Controle Populacional de Animais Domésticos da Assembleia Legislativa do RS fez sua primeira reunião nesta quinta-feira, 21 de maio. O parlamentar, que é veterinário, apresentou dois projetos de sua autoria – a Política Estadual pelo Controle Populacional de Animais Domésticos, sobre superpopulação, abandono e maus-tratos, e a Escola Amiga dos Animais, para adoção e guarda responsável em educandários estaduais. A Vanguarda Abolicionista tomou parte na mesa, representanda pelo seu diretor Marcio de Almeida Bueno, além da diretora Ellen Augusta Valer de Freitas. Em sua fala, o ativista frisou o combate ao comércio de filhotes. “Muitas vezes é o primeiro animal de estimação de uma criança, e ela já aprende que é um produto, uma coisa que se compra. Enquanto isso, os abrigos estão lotados de cães e gatos que não têm direito a uma nova chance”, discursou. Participaram autoridades de várias cidades, ONGs de proteção, simpatizantes e Patrulha Ambiental da Brigada Militar.

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Projeto Ame O Panfleteiro: Dia das Mães

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“Todo animal, hoje em um curral, laboratório, carroça, corrente, gaiola, teve mãe. Que pode estar na mesma situação. A propaganda nos faz crer, ao contrário, que são animais avulsos, sem esse elo afetivo, ‘pinto de chocadeira’, e que de alguma forma o isentaria de qualquer preocupação com seu destino. E sofrimento”. Sob essa explicação, integrantes da Vanguarda Abolicionista realizaram neste domingo, 10 de maio, a edição ‘Dia das Mães’ de seu Projeto Ame O Panfleteiro. Ao longo da fria tarde, os ativistas circularam nos bairros IAPI e Passo D’Areia distribuindo impressos de cunho abolicionista.

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Projeto Ame O Panfleteiro: Dia do Trabalhador

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Neste feriado de 1º de maio, novamente a Vanguarda Abolicionista realizou uma ação alusiva aos animais não-humanos que trabalham – cavalos de carroça, cães de guarda etc – de forma compulsória, e que não são lembrados. Dentro do Projeto Ame O Panfleteiro, foram distribuídos quase mil impressos sobre direitos animais em residências dos bairros Santa Cecília e Jardim Botânico. Para muitos, será a primeira oportunidade de contato com o abolicionismo, sem os filtros da mídia ou das próprias redes sociais.

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19/04/15: Feira Vegana de Porto Alegre

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176 ONGs brasileiras assinam manifesto pelo fim do sacrifício de animais em rituais

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Entrega da carta em 6 de abril para o deputado Gabriel Souza

Por Gelcira Teles – ONG Mira-Serra

Nesta terça-feira, 7, os deputados do RS vão julgar a constitucionalidade ou não do projeto de lei 21/2015 – que decidirá pela vida ou pela morte dos animais utilizados em sacrifícios rituais. O PL visa restabelecer a redação original do Código Estadual de Proteção aos Animais (Lei nº 11.915/2003). A norma lista e proíbe diversas práticas de maus tratos. O grupo reunido em página de rede social “Celebre a Vida” elaborou uma “Carta aberta à sociedade gaúcha” pelo fim do sacrifício de animais em rituais e recolheu as assinaturas de 176 ONGs e grupos protetores de todo o Brasil. Na carta, afirmam: “o conflito de interesses sobre o sacrifício ritual de animais não é entre uma maioria branca e abastada e uma minoria negra e marginalizada. É entre duas minorias marginalizadas: os praticantes de religiões de matriz africana e os animais. Num caso assim, aquele que pode sofrer o dano maior – ser torturado e morto, no caso dos animais – é que deve ser favorecido. Além disso, o projeto não faz discriminação, ele quer é tirar uma discriminação”.

Dentre os argumentos, explicam que “sangria” significa retirar o sangue do animal vivo, constituindo crime ambiental por não haver prévia insensibilização. Explicam também que, segundo a lei brasileira, é crime: tirar a vida de um animal com sofrimento, distribuir a carne sem controle sanitário conforme as normas do Ministério da Saúde, e causar a contaminação do solo ao enterrar as vísceras dos animais cujos dejetos são poluentes e infectantes. A seguir, o documento na íntegra.

Carta aberta à sociedade gaúcha

Nós, ativistas da causa animal, estamos sendo estigmatizados como racistas, preconceituosos e intolerantes, quando na verdade apenas defendemos os direitos de uma minoria, os animais.

Para nós, é falacioso e falso o argumento de que é incoerente proteger os animais nos cultos e ainda assim consumir carne ou aceitar toda a cadeia de exploração dietética ou da indústria de cosméticos, farmacêutica, entre outras. É falso, porque entre nós um grande número já abdicou de explorar os animais, seja por sua carne ou qualquer outro produto advindo deles. É falacioso diante do mérito da lei, portanto, não nos cabem os ataques de incoerência moral. Assim,

– Considerando que a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada pela UNESCO em 27 de janeiro de 1978, da qual o Brasil é signatário, preconiza que “o homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los, violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais”;

– Considerando que em julho de 2012, cientistas de renome internacional ligados à Universidade de Cambridge – entre eles o neurocientista canadense Philip Low e o físico britânico Stephen Hawking, mundialmente conhecidos – manifestaram-se formalmente e taxativamente quanto à existência de consciência semelhante aos seres humanos em todos os animais, com o anúncio da Declaração de Cambridge durante a Francis Crick Memorial Conference, na Inglaterra;

– Considerando que o Código Estadual de Proteção aos Animais não tem apenas os 12 anos de sua promulgação como Lei nº 11.915/2003, mas 25! Foi proposto pela extinta UGPA (União Gaúcha Protetora dos Animais) em 1990, e debatido durante um ano em reuniões semanais, com a colaboração de mais de 30 pessoas de diferentes profissões, de entidades de todo o Brasil;

– Considerando que o Projeto de Lei nº 21/2015 não é nenhuma novidade, propondo apenas restabelecer a redação original da Lei nº 11.915/2003 e revogar a Lei nº 12.131/2004, preconceituosa e intolerante, que privilegiou as religiões de matriz africana – criando discriminação em detrimento de outras religiões, numa aberração legislativa que envergonha nosso parlamento estadual ao contrariar a cláusula pétrea “todos são iguais perante a lei”, e que pretendemos, tão somente, restabelecer a igualdade e eliminar essa discriminação do texto, para que este acréscimo esdrúxulo seja excluído do Código Estadual de Proteção aos Animais, criado para protegê-los;

– Considerando que sacralizar significa retirar o sangue do animal vivo, ou sangria. Sangria sem prévia insensibilização é crime ambiental. O segundo crime ambiental é tirar a vida de um animal com sofrimento. (Instrução Normativa n° 3/2000 do Ministério da Agricultura e arts. 29 e 32 da Lei nº 9.605/1998). O terceiro crime ocorre quando a carne é distribuída. Esses animais não tiveram controle sanitário, foram carneados não se sabe como, sem seguir as normas do Ministério da Saúde. Isso é abate clandestino (art. 7, inciso IV da Lei nº 8.137/1990 e art. 5° da Lei Estadual nº 13.467/2010). Outro crime é a contaminação do solo, pois quando se enterra as vísceras dos animais, esses dejetos são poluentes e infectantes (art. 54 da Lei 9.605/1998);

– Considerando que a Constituição Federal menciona em apenas um artigo a liberdade religiosa e temos inúmeros dispositivos – que garantem a todos o direito à vida e o princípio da igualdade (art. 1°, inciso V; art. 3°, inciso I; art. 5°, incisos I, IV; art. 6°; art. 37; art. 60, parágrafo 4°, IV; art. 225, caput e parágrafo 1°, inciso VI e VII, parágrafo 3°);

– Considerando que não há liberdade de culto no Brasil, apenas liberdade de crença. Na prática, vários grupos não são contemplados com a liberdade de vivenciarem suas crenças e tradições. Sabatistas (que guardam o sábado) não são liberados de aulas, trabalho e concursos que ocorrem no sábado. Judeus e muçulmanos não têm opção de escolha de alimentação conforme seus preceitos em instituições públicas. Nas escolas públicas, alunos judeus, muçulmanos, adventistas (a maioria vegetarianos) não têm opção de cardápio de acordo com suas crenças. Mórmons, cuja tradição mais radical permite o casamento com mais de uma mulher, não podem exercer este preceito, pois bigamia é crime no Brasil. Evangélicos e protestantes não podem ultrapassar em seus cultos os limites da poluição sonora, que é crime ambiental no Brasil (art. 54 da Lei nº 9.605/1998);

– Considerando que segundo o censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), menos de 1% dos brasileiros é adepto da religiosidade afro- brasileira. Portanto, a atual lei impõe à maioria de 99% que se submeta a essa prática religiosa, e que além disso, cultos e crenças são baseados em percepções subjetivas, individuais, e não podem prevalecer sobre os interesses de uma sociedade laica como a nossa, na qual nenhuma religião é mais importante que a outra.

Considerando tudo isso, nós, ativistas pelos direitos dos animais do RS e do Brasil, assinamos esta Carta Aberta, porque manter o Código Estadual de Proteção aos Animais na forma como está, é aceitar que o Estado do Rio Grande do Sul afronte uma das “cláusulas pétreas” da Carta Magna, na medida em que fere o direito à igualdade, que é um dos pilares do Estado Democrático de Direito (art. 60, parágrafo 4°, IV, da CF), e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado (art. 225 da CF) – que embora não esteja no rol de direitos e garantias individuais do art. 5°, há muito tempo já é considerado como um direito fundamental.

Nós, ativistas pelos direitos dos animais do RS e do Brasil, assinamos e convidamos todos a participar conosco desta jornada que, longe de ser discriminatória ou preconceituosa, defende os direitos de uma minoria, da mais oprimida e ignorada das minorias, os animais. Lembrando que o direito da minoria visa proteger os mais fracos, os grupos em inferioridade, ameaçados, e, à toda prova, os mais débeis, ainda que não em número, são os animais.

Porto Alegre, 4 de abril de 2015.

ASSINAM:

Rio Grande do Sul

1. AAPAS – Associação dos Amigos e Protetores dos Animais de Seberi – Seberi

2. Ação pelos Direitos dos Animais – Porto Alegre

3. ACAPA – Associação Carazinhense de Proteção aos Animais – Carazinho

4. Adoradores de Vira-Latas – Porto Alegre

5. AGPA – Associação Guaibense Protetora dos Animais – Guaíba

6. AIMPA – Associação Imbeense de Proteção aos Animais – Imbé

7. Amigo Bicho & Companhia – Grupo de Conscientização da Vida Animal – Rio Grande (MGDA)

8. Amigos – Associação de Proteção e Defesa da Vida Animal – Gravataí (MGDA)

9. AMOGA – Associação Montenegrina dos Guardiões dos Animais – Montenegro (MGDA)

10. Anjos Caninos – Canoas

11. APASFA – Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis – Carazinho (MGDA)

12. APATA – Associação Protetora de Animais de Taquara – Taquara (MGDA)

13. APAVE – Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis de Veranópolis – Veranópolis

14. APROBEM – Associação Municipal de Proteção e Bem Estar Animal – São Jerônimo (MGDA)

15. APROCAN – Associação Protetora dos Animais de Canoas – Canoas (MGDA)

16. Arca dos Bichos – Porto Alegre

17. ARPA – Associação Riograndense de Proteção aos Animais – Porto Alegre

18. ASPA – Associação Santanense de Proteção aos Animais – Santana do Livramento (MGDA)

19. Associação Amigo Bicho – Passo Fundo

20. Associação Brechó Chicão – Caxias do Sul (MGDA)

21. Associação Camarense de Proteção aos Animais – General Câmara (MGDA)

22. Associação Gaúcha de Proteção aos Animais – Charqueadas

23. Associação Jeronimense de Proteção aos Animais – São Jerônimo

24. Associação Pelotense de Cidadania – Pelotas (MGDA)

25. ATPA – Associação Torrense de Proteção aos Animais – Torres (MGDA)

26. Bem do Gato – Porto Alegre

27. Bicho Carente – Estância Velha

28. Bicho de Rua – Porto Alegre

29. Bichos do Campus – Associação de Defesa Animal e Ambiental do Campus do Vale – Porto Alegre

30. CAPA – Clube dos Amigos e Protetores dos Animais – Passo Fundo

31. Cavalo de Lata – Santa Cruz do Sul

32. Clube Amigo dos Animais – Santa Maria (FNPDA e MGDA)

33. CMPDA – Conselho Municipal de Proteção e Defesa aos Animais de Caiçara – Caiçara

34. CONVIDAS – Associação para Conservação da Vida – Passo Fundo (FNPDA)

35. Duas Mãos Quatro Patas – Porto Alegre

36. Felinos do Parque – Porto Alegre

37. Focinho On Line – Porto Alegre

38. GADA – Grupo de Amparo e Defesa dos Animais – São Leopoldo (MGDA)

39. GAE – Grupo pela Abolição do Especismo – Porto Alegre

40. Gatos & Amigos – Porto Alegre (FNPDA)

41. Gatos da Redenção – Porto Alegre

42. Grupo Ramatis – Porto Alegre (MGDA)

43. Luz Animal – Porto Alegre

44. MGDA – Movimento Gaúcho de Defesa Animal e entidades filiadas

45. NBPASFA – Núcleo Bageense de Proteção aos Animais São Francisco de Assis – Bagé (MGDA)

46. ONDA – Organização Nacional de Defesa Animal – Cachoeirinha (MGDA)

47. ONDAA – Organização pela Dignidade dos Animais Abandonados – Novo Hamburgo (FNPDA e MGDA)

48. ONG Chicote Nunca Mais – Porto Alegre (MGDA)

49. ONG dos Peludos – Farroupilha (MGDA)

50. ONG Mira-Serra – Porto Alegre

51. Open Bar Canino ¬- Porto Alegre

52. PAC – Proteção Animal de Caxias do Sul – Caxias do Sul (MGDA)

53. Patas Dadas – Porto Alegre

54. Paula Adoradores de Vira-latas – Viamão

55. Pega Bicho – Cidreira

56. Princípio Animal – Porto Alegre (MGDA)

57. Pró-Bicho Gaúcho – Porto Alegre

58. Protetores Voluntários – Viamão

59. REDIA – Rede de Educação Estadual dos Direitos dos Animais e do Meio Ambiente – Porto Alegre (MGDA)

60. Reino Gato – Porto Alegre

61. Sarau Culturau – Porto Alegre

62. Sítio Sol & Lua – Águas Claras

63. SOAMA – Sociedade Amigos dos Animais – Caxias do Sul

64. SOS Animais – Viamão

65. SOU DO BEM CAUSA ANIMAL – Porto Alegre

66. Te Amo Bicho – Tramandaí

67. UAPA – União das Amigas Protetoras de Porto Alegre – Porto Alegre

68. União Santa Mariense Protetora dos Animais – Santa Maria (MGDA)

69. UPV – União Pela Vida – Porto Alegre (MGDA)

70. Vanguarda Abolicionista – Porto Alegre

71. Vidanova – Porto Alegre

72. Vila dos Peludos – Porto Alegre

Brasil

73. A.C.D.A. – Associação Cachoeirense de Defesa Animal – Cachoeira de Macacu – RJ (FNPDA)

74. AADAMA – Associação Amigos Defensores dos Animais e Meio Ambiente – Jaboatão dos Gurarapes – PE (FNPDA)

75. ABRIGO PICCOLINA – Instituto de Ajuda aos Animais – Avaré – SP (FNPDA)

76. AJUDAA – Associação Jurídica de Defesa Ambiental e Animal – São José do Rio Preto – SP (FNPDA)

77. AMA – Amigos dos Animais – SE (FNPDA)

78. AMA – Associação Protetora Amigos dos Animais e Meio Ambiente – Itápolis – SP (FNPDA)

79. AMADA – Associação Maranhense de Defesa Animal – São Luís – MA (FNPDA)

80. AMC – Associação Mata Ciliar – Jundiaí – SP (FNPDA)

81. Amigos de Francisco – Grupo de Auxílio aos Animais Carentes Amigos de Francisco – Miguel Pereira – RJ (FNPDA)

82. APA – Associação de Proteção aos Animais de Botucatu – SP

83. APA – Associação de Protetores dos Animais – Recife – PE (FNPDA)

84. APA JACAREÍ – Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis – Jacareí – SP (FNPDA)

85. APAA – Associação Paulista de Auxilio aos Animais – São Paulo – SP (FNPDA)

86. APAC – Associação de Proteção aos Animais de Cosmópolis – Cosmópolis – SP (FNPDA)

87. APASBS – Associação Protetora de Animais de São Bento do Sul – São Bento do Sul – SC (FNPDA)

88. APASCS – Associação Protetora de Animais de São Caetano do Sul – São Caetano do Sul – SP (FNPDA)

89. APIPA – Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais -Teresina – PI (FNPDA)

90. APPA – Associação Paranaense Protetora de Animais – PR (FNPDA)

91. APRABLU – Associação Protetora de Animais de Blumenau – Blumenau – SC (FNPDA)

92. APRAP – Amigos e Protetores dos Animais de Palhoça – Palhoça – SC (FNPDA)

93. ARCA BRASIL – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal – São Paulo – SP (FNPDA)

94. ASPAN – Associação Sabarense Protetora dos Animais e da Natureza – Sabará – MG (FNPDA)

95. ASSCOMA – Associação para Combate aos Maus Tratos de Animais – Ananindeva – PA (FNPDA)

96. Associação Amigos do Peixe Boi – Manaus – AM (FNPDA)

97. Associação ANIMAVIDA – Petrópolis – RJ (FNPDA)

98. Associação Arca de Noé de Proteção aos Animais – Matinhos – PR (FNPDA)

99. Associação de Amparo aos Animais de Pequeno Porte de Salto – Salto – SP (FNPDA)

100. Associação Órion Saint Germain de Proteção Animal e Ambiental – Brasília – DF (FNPDA)

101. Associação Protetora de Animais de Varginha – Varginha – MG (FNPDA)

102. Associação São Francisco de Assis para Proteção Animal – Balsa Nova – PR (FNPDA)

103. AVA – Associação Vida Animal – Ribeirão Preto – SP (FNPDA)

104. BRALA – Brazucas Associação para Lutar pelos Animais – Camaragibe – PE (FNPDA)

105. CEPRA – Centro de Preparação e Recuperação de Animais – São Paulo – SP (FNPDA)

106. Clube das Pulgas – Grupo de Proteção aos Animais – São Paulo – SP (FNPDA)

107. Clube dos Vira-Latas – Grupo de Proteção aos Animais de Ribeirão Pires – Ribeirão Pires – SP (FNPDA)

108. COMBINA – Companhia dos Bichos e da Natureza – Nova Friburgo – RJ (FNPDA)

109. Companhia das Patas – São Sebastião – SP (FNPDA)

110. Companhia Muqui – Arte, Educação e Meio Ambiente – Arujá – SP (FNPDA)

111. D. A. – Defensores dos Animais – Rio de Janeiro – RJ (FNPDA)

112. DAAJ – Defesa Animal e Ambiental com Apoio Jurídico – Rio de Janeiro – RJ (FNPDA)

113. Defesa da Vida Animal – Santos – SP (FNPDA)

114. ECOSUL – Florianópolis – SC (FNPDA)

115. Estimação – Sociedade de Proteção aos Animais – São Paulo – SP (FNPDA)

116. FAOS – Federação das Associações e ONGs do Estado de São Paulo – SP

117. FELBRAS – Associação Protetora de Animais Felinos do Brasil – São Paulo – SP (FNPDA)

118. FNPDA – Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e filiadas em 19 estados do Brasil

119. Fundação Alexandra Schlumberger – Sorocaba – SP (FNPDA)

120. GAAMA – Grupo de Apoio aos Animais Maltratados e Abandonados – São Bernardo do Campo – SP (FNPDA)

121. GAB – Grupo Amigo Bicho – São José dos Campos – SP (FNPDA)

122. GAPA – Grupo de Assistência e Proteção aos Animais e ao Meio Ambiente – Petrópolis – RJ (FNPDA)

123. GCE – Grupo Consciência Ecológica – São José dos Campos – SP (FNPDA)

124. GPA – Grupo de Proteção aos Animais – Manaus – AM (FNPDA)

125. GRUPO VIDA ANIMAL – Associação Grupo de Voluntários Valorização da Vida Animal – Jundiaí – SP (FNPDA)

126. HACHI ONG – Proteção Animal – Blumenau – SC (FNPDA)

127. IFEC – Instituto Interamericano de Fomento a Educação, Cultura e Ciência – Niterói – RJ (FNPDA)

128. Instituto Iluminar- Ribeirão Preto – SP (FNPDA)

129. Instituto Nina Rosa – São Paulo – SP (FNPDA)

130. ISBI – Instituto de Sustentabilidade para Biodiversidade – Serra Negra – SP (FNPDA)

131. ITEC – Instituto Técnico de Educação e Controle Animal – São Paulo – SP (FNPDA)

132. IVVA – Instituto de Valorização da Vida Animal – Campinas – SP (FNPDA)

133. MMDA – Movimento Mineiro pelos Direitos Animais – MG

134. Movimento SOSBICHO de Proteção Animal – Curitiba – PR (FNPDA)

135. Natureza em Forma – São Paulo – SP (FNPDA)

136. NEAFA – Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis – Maceió – AL (FNPDA)

137. Núcleo Independente de Proteção Animal Arca de Noé – São Caetano do Sul – SP (FNPDA)

138. Olhar Animal – Em defesa dos seres sencientes – São Paulo – SP

139. ONG 8 Vidas – Rio de Janeiro – RJ

140. ONG Anjo de Patas de Caraguatatuba – SP

141. OPAM – Organização dos Protetores de Animais Abandonados e Maltratados – Mauá – SP (FNPDA)

142. PATA – Proteção Adoção e Tratamento Animal – Manaus – AM (FNPDA)

143. PEA – Projeto Esperança Animal – São Paulo – SP

144. PRÓ-ANIMAL – União pela Conscientização Ambiental e Preservação da Vida – SP (FNPDA)

145. PROBEM – Associação de Proteção e Bem-Estar Animal – Curitiba – PR (FNPDA)

146. Pró-Carnívoros – Atibaia – SP (FNPDA)

147. PROIDEA – Associação Ética, Educação, Saúde e Natureza – Rio de Janeiro – RJ (FNPDA)

148. Projeto GAP – Grupo de Apoio aos Primatas – São Paulo – SP (FNPDA)

149. Projeto Mi & Au – Associação Guarulhense de Proteção Animal – Guarulhos – São Paulo (FNPDA)

150. Projeto Mucky – Itu – SP (FNPDA)

151. Projeto Vira Lata Macapá – AP

152. Quintal de São Francisco – Sociedade Civil Beneficente de Proteção aos Animais – São Paulo – SP (FNPDA)

153. Rancho dos Gnomos – Associação Santuário Ecológico – ASERG – Cotia – SP (FNPDA)

154. S. O. S. 4 Patas – Centro de Proteção e Defesa dos Animais de Resende – Resende – RJ (FNPDA)

155. S. O. S. Animal – Suzano – SP (FNPDA)

156. S. O. S. Fauna – Juquitiba – SP (FNPDA)

157. S. O. S. VIDA ANIMAL – Londrina – PR (FNPDA)

158. Sociedade de Proteção e Bem-Estar Animal Abrigo dos Bichos – Campo Grande – MS (FNPDA)

159. Sociedade Goiana de Proteção aos Animais – Goiânia – GO (FNPDA)

160. Sociedade Protetora dos Animais do Espírito Santo – Vitória – ES (FNPDA)

161. Sociedade Protetora dos Animais VIDANIMAL – Itabirito – MG (FNPDA)

162. SOZED – Sociedade Zoófila Educativa – São Paulo – SP (FNPDA)

163. SPAM – Sociedade Protetora Ambiental de Maracanaú – Maracanaú – CE (FNPDA)

164. SVB – Sociedade Vegetariana Brasileira – São Paulo – SP (FNPDA)

165. Tribuna Animal – Associação de Proteção Animal e Ambiental – São Paulo – SP (FNPDA)

166. UAPA – União Andreense Protetora dos Animais – Santo André – SP (FNPDA)

167. UIPA Ceará – União Internacional Protetora dos Animais – Fortaleza – CE (FNPDA)

168. UIPA Itapetininga – Itapetininga – SP (FNPDA)

169. UNCAPROF – União Cabreuvana Protetora da Fauna e Flora – Jundiaí – SP (FNPDA)

170. União Defensora dos Animais Bicho Feliz – Salvador – BA (FNPDA)

171. União em Defesa e Respeito à Vida Animal – Caruaru – PE (FNPDA)

172. UPA – União Protetora dos Animais – Campinas – SP (FNPDA)

173. USPA – União Sanjoanense de Proteção aos Animais – São João da Boa Vista – SP (FNPDA)

174. Veganos Brasil – SP e SC

175. Vira Lata é Dez – Associação Protetora dos Animais Domésticos – São Paulo – SP (FNPDA)

176. VSF – Associação dos Veterinários Sem Fronteira – Itapecerica da Serra – Itapecerica da Serra – SP (FNPDA)

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Projeto Ame O Panfleteiro: Semana Santa

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A Vanguarda Abolicionista começou neste domingo, 29 de março, um ciclo de panfletagens alusivas à Semana Santa, dentro de seu Projeto Ame O Panfleteiro. O bairro escolhido foi o São Geraldo, com distribuição de centenas de impressos sobre a exploração de animais para consumo, leite e coelhos vivos como ‘brinquedo’. Também houve entrega de panfletos sobre peles, já que a pele de colho – entre outros animais – voltou à moda em griffes e vitrines. Uma ativista usou orelhas de coelho para maior caracterização.

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